sábado, 20 de novembro de 2010

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Incentivar a adoção de animais abandonados e a criação de gatos domésticos pode resolver sérios problemas de higiene pública e contrabando de espécies silvestres. Apesar de a escolha de um gato pelas características de sua raça ser extremamente desejável, é preciso observar a situação dos gatos abandonados. Há instituições e pessoas que dedicam sua existência ao amparo de animais indefesos, indesejados e abandonados, muitas vezes mutilados e torturados por pessoas inescrupulosas. A realidade dos gatos urbanos reflete a importância que damos aos nossos animais de estimação, e embora nem todos sejam parte da causa do problema, todos podem se empenhar em ser parte da solução.
Abaixo você poderá ter contato com instituições envolvidas com o manejo dos animais abandonados ou de rua, promovendo a adoção e cuidados para cães e gatos.
Contribua com essa idéia. Adote um gatinho!

Informações para adoção:

- Ter 18 anos ou mais;
- Apresentar documentos pessoais (CPF e RG);
- Apresentar comprovante de endereço;
- Taxa de manutenção R$ 30,00. (A taxa e da documentação exigida é somente para os animais que se encontram no abrigo. Os anúncios particulares são de reponsabilidade do anunciante);
- Os interessados em adoção devem passar, previamente, por uma entrevista seletiva.

Ao se interessar pela adoção de um dos animais, envie um email para contato@aspaan.org.br ou entre em contato diretamente pelo email postado junto ao animal.

Para identificar o animal, use como referência o nome ou o número de registro ao lado da foto, no site abaixo

http://www.aspaan.org.br/central_adocao/central_adocao.php

domingo, 14 de novembro de 2010

Porque adotar um gato adulto?

Infelizmente são muitos os gatos adultos que esperam ansiosamente por uma nova oportunidade de sentir que pertence a um Lar.
Todos sabemos que o abandono é um flagelo ao qual campanhas de sensibilização e os alertas não conseguem colocar um fim. Por motivos diversos e incompreensíveis donos irresponsáveis e que sem dúvida nunca foram capazes de amar o seu animal de estimação (afinal, se sentissem algum amor, ainda que pouco certamente nunca cometeriam o ato ignóbil de o abandonar), descartam-se com enorme facilidade do seu gato (ou cão), afastando-se alguns quilômetros de casa, abrindo a porta do carro e dizendo até nunca. E por incrível que pareça, muitas vezes vão em seguida tirar férias, descansados e sem o mínimo remorso ou peso na consciência.
Não se lembram que deixaram entregue à sua (má) sorte, um ser vivo, e que por ter sido animal de casa, tem muito menos possibilidades de se defender dos inúmeros perigos que a vida na rua representa, do que aqueles que nasceram na rua e nunca tiveram um lar.
Por vezes estes gatos têm uma sorte (relativa) e são recolhidos por amigos dos animais, voluntários ou não de associações protetoras, que os recuperam, tratam quando doentes e se esforçam desesperadamente por lhe encontrar um lar. Mas esta solução não pode deixar de ser provisória: não é justo para o animal ser obrigado a passar o resto da vida fechado dentro de um espaço limitado.
É particularmente doloroso ver animais que tiveram um lar, que foram habituados a ter alimentação e abrigo, ficarem privados , muitas vezes até a morte, do conforto (físico e psicológico) a que foram habituados.
Muitas pessoas não adotam um gato adulto porque têm alguns receios, ou até mesmo a falta de informações as leva a condicionar que não têm condições para o fazer. São alguns desses medos e preconceitos que procuramos abordar neste artigo.
  • O gato adulto não é meigo:
É muito freqüente as pessoas associarem a idéia de um gato adulto com alguma agressividade e distância; nada mais falso; um gato abandonado que tenha sido recolhido e que tenha recebido carinho, em regra, é extremamente dócil e carente; o gato sofre com o abandono; precisa voltar a ter atenções e carícias de uma mão amiga; se adotar um gato adulto,vai certamente receber o amor incondicional do seu novo amigo; pode acontecer que o gato, se foi sujeito a grande violência, ou se permaneceu muito tempo fechado num gatil, se torne mais assustado e se isole; no entanto, são vários os relatos de situações destas que, com dose reforçada de carinho e atenção, se consegue conquistar o coração do novo amiguinho, demonstrado-lhe que ele está seguro e que nem todos os humanos são maus; mas sublinha-se que quase todos os gatos adultos que se colocam para adoção são extremamente meigos. 
  • O gato pode estar com várias doenças contagiosas:
É  verdade que quando são abandonados, os gatos ficam sujeitos a contrair doenças, contagiosas ou não. No entanto, os gatos recolhidos são tratados, dasparatisados e quase sempre os testes do FIV e FELV efetuados. O contágio destes vírus, só ocorre entre os gatos e não existe qualquer perigo para os humanos, razão pela qual, por si só, não deve ser um impedimento para que o gato não seja adotado (por exemplo, se não tiver mais nenhum gato ou por uma pessoa que tenha gatos com o mesmo vírus).
Assim, se está interessado em adotar um gato adulto, não deixe que o medo da eventual existência de doenças contagiosas o impeça. Fale com a pessoa que trata e cuida do animal em questão e informe-se sobre a sua saúde.
O risco é muito reduzido. E como verificará, são muitos os animais que já têm os testes efetuados. 
  • O gato adulto não irá me reconhecer como dono:
Ao contrário do que muita gente pensa, o gato, tal como o cão, reconhece o dono; numa casa com um agregado familiar mais ou menos numeroso, ele vai sempre identificar algum como o dono da sua eleição. Tendencialmente, a pessoa que lhe dá mais atenção. Que o trata e lhe dá carinho.
Isso acontece independentemente da idade do animal, seja bebê ou adulto. Quando entrar no seu novo lar, ele vai ter que procurar uma referência humana. Por isso não tem que se preocupar com esta possibilidade: o seu animal vai amá-lo incondicionalmente! 
  • O gato adulto vai marcar o território:
Com freqüência os gatos adultos que são colocados para adoção já foram castrados ou esterilizados, ou pelos voluntários que os recolheram, ou pelas associações de proteção. Esta medida permite que os animais deixem de marcar território e evita que se reproduzam. A marcação do território está fortemente associada aos períodos de cio, que se eliminam com esta intervenção cirúrgica.
Se por acaso adotar um gato adulto que não esteja esterilizado/castrado, pense seriamente nesta possibilidade, por um conjunto diversificado de fatores que qualquer bom veterinário não deixará de lhe explicar. Se optar por um gato bebê, não se esqueça que vai correr o mesmo risco da marcação territorial quando ele crescer, que pode, como viu, eliminar.
  • Tenho outros gatos que não vão gostar de um novo companheiro:
A introdução de um novo gato, seja o segundo, o terceiro ou o enésimo, tem que ser feita de forma gradual. Os gatos gostam de pensar que são seres superiores e que os seus domínios se estendem até onde seu olhar pode alcançar. Mas a verdade é que adoram a companhia de outros gatos, com quem possam brincar e se comunicar (já imaginou viver a vida inteira com seres que não falassem a mesma língua?). A reação inicial a chegada de um novo animal, salvo algumas exceções, é sempre de grande tensão. O(s) gato(s) da casa vai sentir ciúme e por isso, recomenda-se que nos primeiros dias os gatos não fiquem juntos sozinhos. Deve tentar a aproximação quando estiver presente para controlar eventuais ânimos exaltados. No espaço de 1 ou 2 semanas e por vezes até em menos tempo, a aproximação vai ocorrer e quase sempre os animais acabam se tornando bons amigos.
Uma reação mais negativa pelo fato de o novo elemento ser adulto e não bebê, pode acontecer, mas não é linear. Inclusive, há casos em que gatos adultos foram mais bem aceitos, mas isso varia de gato para gato. Uma coisa é certa, mais dia, menos dia, a regra é que possa contar com uma família feliz. E se só tem um gato, lembre-se que é muito importante para ele ter a companhia de “um igual”. 
  • Tenho medo que o gato fuja por não conhecer a nova casa:
Naturalmente que o novo gato vai ter uma reação inicial de estranheza, face a um ambiente que é totalmente novo. O perigo de que ele fuja se encontrar uma porta ou janela aberta é real, mas o mesmo perigo existe também para um gatinho bebê.
Um dono responsável é aquele que toma as devidas precauções em matéria de segurança, para garantir que seu animal não vá para a rua.
Mesmo com toda cautela, por vezes acontecem alguns imprevistos e por isso, é fortemente recomendado que coloque um chip de identificação no seu animal de estimação, que lhe permitirá maior tranqüilidade em caso de seu gato se perder. Também é conveniente não esquecer o tradicional método de identificação: uma coleirinha (sem guizo, que deixa seu gato completamente maluco!) com endereço e telefone.
Quando o novo gato chegar em casa, por favor tenha particular atenção as portas e janelas, e caso tenha jardim, nas primeiras 4 ou 5 semanas, pelo menos, não permita que ele vá passear lá fora, por mais convincente que sejam alguns miados lamentosos (os gatos são espertos e sabem utilizar as diferentes vocalizações que podem fazer, para convencer o dono a fazer suas vontades). Nada substitui a segurança do lar e o gato vai acabar por se habituar à nova casa muito mais rapidamente do que se espera. 
  • È mais fácil ensinar um gato bebê que um adulto:
Os gatos aprendem o que lhes interessa e fazem-no em qualquer idade; ele vai aprender um novo nome e a higiene é algo natural, que não precisa de aprendizagem. As palavras interessantes como “hora da comida”, “peixinho”, “bola de brincar”,  “toma”, “hora da caminha”, parecem mágicas para os nossos gatinhos (sobretudo se eles não estiverem no meio de um sono profundo que, como sabemos, é sagrado!). Por isso, tudo aquilo que pode ensinar a um gatinho bebê, pode também ensinar para um adulto. 
  • Tenho um cão e é difícil um gato adulto habituar-se:
Alguns gatos adultos, pela sua vivência, não suportam cães. Alguns cães, pelos mesmos motivos, não suportam gatos. Mas são muito freqüentes relações de amizade ou de indiferença entre estas duas espécies.
Se o seu cão não odeia gatos, há muitos gatos adultos que sempre conviveram com cães e que não constituirão qualquer problema. Por isso, trata-se apenas de perguntar a quem tem o gato a seu cuidado, como é que ele reage a cães. 
  • Gosto mais dos animais quando são pequenos:
Se realmente pensa assim, talvez não seja oportuno adotar um animal. Não se esqueça que todos os animais crescem. Deixam de ter a gracinha de bebês, para passar a ter o encanto da maioridade.
Muitos dos animais abandonados que vemos nas nossas cidades, estão na rua porque cresceram, cumprindo a lei natural da vida. As pessoas que os tinham não lembraram desse “pequeno” detalhe quando os adquiriram (gratuitamente ou não).
Claro que não devemos condenar todas as pessoas que gostam de animais pequeninos, mas apenas aquelas para quem eles só existem durante esse estágio e se limitam a descarta-los quando crescem.
È normal que se goste de um animal bebê, porque tudo neles é encantador. É preciso que ao olhar para o bebê, se consiga imaginar o adulto, e se diga em consciência: este é mesmo um amigo que vai partilhar a vida toda comigo. 
  • Para além de tudo o que já foi esclarecido, julga-se ainda importante alertar para algumas vantagens que se encontram associadas a um gato adulto:

  • São animais com o seu temperamento formado; quando leva um gato adulto, sabe que ele tem aquele temperamento que lhe foi descrito; no caso dos gatinhos bebês, ainda é uma incógnita, e Pode levar um doce de gatinho, ou um pequeno terrorista; um grande comunicador, ou um filósofo circunspecto;
  • São mais calmos, portanto uma opção que deve ser fortemente ponderada por quem não tem muito tempo para brincar com um gatinho bebê, que exige muito mais atenção e disponibilidade por parte do dono;
  • Freqüentemente, encontram-se já castrados e esterilizados, o que não deixa de construir menos preocupação para o novo dono.
             Por tudo o que acaba de ler, se ama os animais e se para você, mais importante do que assistir as gracinhas dos bebês,  é encontrar um amigo que retribua o amor que tem para lhe dar, então será um excelente dono para qualquer um dos gatos adultos que esperam, por vezes meses e até anos, que alguém volte a olhar para eles como seres vivos, dignos de respeito e merecedores também do conforto de um lar e carinho de um dono amigo.

domingo, 7 de novembro de 2010


Os gatos de pêlo comprido eram desconhecidos na Europa até aproximadamente meados do século XVI.
Os primeiros antepassados do Persa foram importados da
Pérsia (atual Irã) para a Itália, no século XVII, por Pietro Della Valle.
Mais tarde,
Nicolas Fabri de Peiresec, conselheiro do Parlamento de AIX-Em-Provence, trouxe gatos da Turquia para a França (tipo Angorá?).
Esses gatos foram muito apreciados pela aristocracia Européia. Luis XV possuía um Persa angorá branco. Na Inglaterra foram cruzados com "persas" de origem turca. Os primeiros indivíduos foram expostos no
Crystal Palace de Londres em 1871.
Nesta época, foi organizado um programa de criação e de seleção pelos criadores britânicos. Foram Realizados cruzamentos com gatos Angorá para melhorar a pelagem.
Além disso, foi empreendido um trabalho sistemático para aumentar a gama de cores e de motivos resultando atualmente em mais de 200 variedades. Dessa forma, o Persa "Smoke" (ou fumaça), foi exposto em Brighton em 1872.
O gato "Silver" foi o primeiro Persa Chinchila exposto em Londres em 1888. Os Persas "Colour-point", chamados Himalaia nos Estados Unidos e considerados uma raça à parte pela T.I.C.A. e Kmehr (ou kmer) na Alemanha apareceram por volta de 1920.
Os Persas "Tabby", surgidos há mais de um século, foram expostos em Paris em 1927 sob o nome de "tigrados".
Ainda no século XIX, os ingleses selecionaram os gatos mais maciços, mais redondos. Nos Estados Unidos, por volta de 1930, os criadores obtiveram um tipo brevilíneo extremo, batizado "Peke Face" (cara de pequinês). O Persa, sem dúvida a raça mais célebre do mundo, participou provavelmente da criação do Gato Sagrado da Birmânia e do British shorthair.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

GATO ANGORÁ

O gato angorá é uma raça de gato doméstico. É uma das raças mais antigas e naturais, tendo surgido na região de Ancara, na Turquia.
Estes gatos são conhecidos na Europa desde o início do século XVII. Após o período Vitoriano, quase desapareceram. A raça de hoje trata-se de uma recriação artificial que trouxe grandes melhorias para a pelagem do animal, e também aumentou a variedade de cores. Nas histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, Mingau, o gato de estimação da personagem Magali, é um típico da linhagem angorá.

Características
O branco e o laranja com dois tons têm sido tradicionalmente a cor mais representativa dos Angorás turcos. Foi a única cor aceita no início. Porém, actualmente, todas as cores são aceitas com excepção daquelas que demonstram um eventual cruzamento com gatos siameses. Tamanho médio,olhos grandes,nariz nem tão grade. Há dois tipos diferentes de pelagem : a curta e a comprida.

Temperamento
O gato angorá é brincalhão, dócil e amistoso. É um gato bastante ativo durante a sua vida. Gostam de escalar para pontos altos a partir de onde observam os seus donos.Ele é muito apegado a o seu dono ,o seu comportamente parece com o de um cão.São animais carinhosos e inteligentes, mas não é fácil conseguir um exemplar, uma vez que suas ninhadas são muito pequenas.


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

GATO ABISSÍNIO

A imagem viva dos gatos sagrados do Egito
 
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Carnívora
FAMÍLIA: Felidae
NOME CIENTÍFICO: Felis catusCARACTERÍSTICAS:Tempo de vida: até 20 anos
Sexualmente maduro 9 ou 10 meses de idade
Os primeiros gatos domésticos apareceram no Egito por volta de 2.500 a.C. Eles foram muito importantes na caça aos ratos e aves que eram nocivos aos estoques de cereais dos egípcios. Os gatos foram tão importantes, que até um culto religioso foi instituído em sua homenagem e, como os faraós, eles eram mumificados. Existem muitas estátuas de bronze retratando a deusa-gata Bast.
Apenas uma das espécies de gato domésticos que existem atualmente tem a semelhança notável, nos hábitos e na aparência, com a deusa-gata do Egito: o gato abissínio. Essa semelhança, porém não prova que o gato abissínio seja de origem egípcia. Na verdade, ele apareceu pela primeira vez na Inglaterra, em 1868. Talvez seja descendente de um gato levado da Etiópia por algum diplomata inglês. o gato abissínio é calmo e desconfiado, mas quando se afeiçoa ao seu dono torna-se brincalhão e até travesso. Há duas espécies de gatos abissínios: uma é marrom-clara, quase malhada, com pelos que vão de tons bem claros a tons bem escuros. A outra espécie é castanho-avermelhada. O focinho é amarelo-alaranjado e os olhos são amarelos, verdes ou castanhos-avermelhados.