segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Vacinação dos bichanos

Assim que você comprar ou ganhar um gatinho, convém levá-lo ao Médico Veterinário para uma avaliação geral. Enquanto seu animalzinho não estiver com as vacinas em dia tome cuidado para que ele entre em contato apenas com animais saudáveis e, quando levá-lo na clínica veterinária mantenha-o no colo e distante dos outros gatos.
Veja a seguir as doenças, que são evitadas com a vacinação, e os seus sintomas. Ao menor sinal leve o seu gato a um Médico veterinário, somente ele é capaz de avaliar, diagnosticar e tratar uma doença. PANLEUCOPENIA: doença viral, muito parecido com a parvovirose canina. RINOTRAQUEITE: doença viral.
Manifestação: • espirros, conjuntivite, dificuldade respiratória, corrimento nasal catarral, febre, prostatação, inapetência e as vezes associado a pneumonia. CALICEVIROSE: doença viral. O quadro é muito semelhante a rinotraqueite. Estas doenças são conhecidas como gripe dos felinos. RAIVA: Doença infecto contagiosa aguda e fatal, caracterizada por sinais nervosos, apresentados por agressividade e por semi-paralisia ou paralisia. Tempo de encubação: pode aparecer de 10 a 90 dias. LEUCEMIA FELINA: É um vírus que pode causar uma neoplasia (câncer), é transmitido de gato para gato por contato direto ou congenitamente e está presente na saliva. Gatos podem apresentar infecções subclínicas e desenvolver imunidade ao vírus ou se infectar de forma persistente. Problemas e sinais clínicos: normalmente, a doença é marcado por anemia, letargia e disfagia, o linfossarcoma no medistino pode causar dispinéia, disfagia deslocamento do esôfago e órgãos toráxicos. Na sua forma abdominal causa frequentemente enterites e a síndrome da malabsorção, uremia (rins), nos fígados causa principalmente icterícia. E na forma multifocal os dados são quase irreversíveis onde se espalha pelo corpo todo, podendo até atingir o canal medular (espinha). Diagnóstico: exames histológicos ou citológicos de tumores nos órgãos afetados, o exame hematológico pode auxiliar também no diagnóstico. Profilaxia: vacinação, controle e eliminação de gatos doentes ou positivos. O tratamento é a base de quimioterapia intensa. CLAMIDIOSE: Menos grave que a leucemia, causa principalmente problemas no trato gastro intestinal, semelhante a parvovirose canina e a panleucopenia nos gatos, mas pode eventualmente causar abortos e pneumonias, é facilmente isolada em laboratórios a partir de amostras intestinais, onde é seu reservatório. Pode se apresentar na forma subclínica e é facilmente encontrada também em bovinos, ovinos e suínos.

Tipos de alimento

Ração em lataTêm a vantagem do sabor e umidade, mas é mais cara do que a seca, contribui para a formação de tártaro nos dentes, dá mau-hálito, fezes com mau cheiro, podem ocasionar gases e fezes moles. Se estragam com mais facilidade quando deixadas no prato, e os pratos devem ser lavados todos os dias.
Recomendada para animais que necessitam de reposição de líquidos, animais com inapetência.
Ração SecaOs gatos alimentados com ração seca necessitam de mais água, têm menos tártaro nos dentes, é mais barata e deixa menos cheiro na boca e nas fezes. Os pratos permanecem limpos e a ração não estraga com facilidade e as fezes ficam firmes.
LeiteVocê até pode dar pequenas quantidades de leite ao seu gato, mas atenção porque muitos gatos têm intolerância à lactose e podem ter diarréia.
Sobras de comidaEvite dar sobras da sua comida. Os alimentos para humanos podem provocar diarréias, tártaro e outros males. Além disto, não fornecem a nutrição correta.
OssosNão há problemas em dá-los ao seu gato, desde que sejam grandes e não soltem lascas, como os de boi. NUNCA dê ossos de galinha ou de porco, seus fragmentos podem grudar na boca, garganta ou estômago e perfurar o intestino do seu gato.
CarneA carne não faz mal, mas você não deve substituir a ração pela carne porque ela não possui todos os ingredientes importantes para o seu gato.
FígadoO fígado é muito nutritivo, mas de oferecido diariamente ou em grandes quantidades pode intoxicar seu gato por vitamina A e causar diarréia.
Suplementos vitamínicos e mineraisSe seu gato tem alimentação balançeada e come ração regularmente, não precisa de suplementos.
Peixe CruAlguns peixes crus podem causar deficiência de Tiamina. Os peixes crus possuem Tiaminase, que destrói a Tiamina Vit B1. O calor do cozimento, destrói a Tiaminase presente na carne do peixe.

Alimentação dos gatos

Alimentação dos gatosOs gatos, como os demais felinos, são carnívoros. No ambiente selvagem, devoram a presa inteira, incluindo pele, orgãos internos e ossos e ervas que a presa tenha ingerido. Dessa forma ele obtém o balanceamento nutricional correto.
Qualquer mudança na alimentação, mesmo que seja só de marca de ração, deve ser feita de forma gradativa. Mudanças bruscas de alimentação podem causar diarréia.
Os gatos que tem livre acesso a comida podem comer de 10 a 20 pequenas refeições diariamente. Sua dieta requer um alto nível de gordura e proteína se comparados com os cães, e doses extras dos aminoácidos taurina, arginina, cisteína e metionina.
Gatos não podem comer chocolate, porque contém ácido oxálico que impede a absorção de cálcio. Além disso contém teobromina, um alcalóide tóxico para felinos. Aliás, gatos são muito sensíveis a várias substâncias, então nunca dê nenhum alimento ou medicamento antes de consultar seus veterinário.
Mantenha sempre a higiene dos comedouros e bebedouros. Use os mais pesados para que não virem com facilidade, coloque folhas de jornal por baixo dos pratos, para evitar que deslizem e também facilitar a tarefa de limpeza. Evite o uso de comedouros e bebedouros plásticos. Alguns gatos apresentam uma reação alérgica ao plástico, chamada Acne Felina.
Os gatos, como as pessoas, possuem gostos diferentes, é comum que alguns não aceitem alimentos que outros gatos adoram. Procure descobrir qual o alimento que seu gato mais aprecia. As preferências alimentares dos gatos irá depender do odor do alimento, textura, hábitos alimentares e saúde do gato. O ambiente também influencia o apetite do gato. Luz, barulho, presença ou ausência de pessoas ou animais, tipo de limpeza do comedouro e bebedouro, são fatores que afetam.
Não alimente seu gato em excesso. Alimentar bem não é a mesma coisa que alimentar demais, até que deixem sobras. Uma boa alimentação é formada por quantidade suficiente de alimentos, com todos os elementos nutricionais necessários ao bom funcionamento do organismo dos gatos.
Os gatos têm deficiência de algumas enzimas, o que os tornam incapazes de sintetizar determinados nutrientes no organismo. Eles têm que ser fornecidos pré-formados na dieta, como a Vitamina A, o Acido Aracdônico e Taurina.
Os gatos necessitam de boa quantidade de proteínas e gorduras (carnes, peixe, aves, vegetais, soja). Precisam também de hidratos de carbono, sais minerais e vitaminas. Os gatos domésticos precisam de água fresca sempre disponível, principalmente os que se alimentam de ração seca. Já os gatos selvagens bebem pouca água. A carcaça das presas que come possuem 70% de água.
A grama (ou verde), é elemento importante na alimentação dos gatos. No ambiente selvagem, ingerem alimentos verdes junto com a presa. O verde contém vitaminas e ajuda no bom funcionamento do aparelho digestivo. Já a taurina, é um produto final do metabolismo de 2 aminoácidos. Está envolvida na formação e funcionamento da retina e nos gatos também com a formação de sais biliares. Sua deficiência resulta em degeneração da retina e cegueira. Essas alterações demoram longo tempo para ocorrer, cerca de 1 ano com uma dieta insuficiente em Taurina.
Diferente dos outros animais, os gatos não conseguem sintetizar a Taurina. Ela é encontrada em produtos de origem animal. As rações atualmente vêem com um bom suprimento de Taurina.

Síndrome Urológica Felina


A Síndrome Urológica Felina (SUF) é uma doença que atinge aproximadamente 1 % dos gatos, mas quando ocorre pode por a vida do animal em risco. Não há preferência por sexo, mas os machos tem uma maior tendência em desenvolver a doença devido ao maior comprimento de suas uretras. Os animais mais atingidos estão numa idade entre 2 e 6 anos, em média.
A causa da doença ainda é discutida, apesar de alguns veterinários acharem que gatos gordos, com pouca atividade física e com alimentação muito seca tem uma maior tendência a desenvolver a SUF.
Os principais sintomas desta síndrome são:
Dor intensa ao urinar, acompanhada de dificuldade ou ausência total de micção; O gato urina com maior frequência, mas em quantidade muito pequena; Presença de sangue na urina; O gato pode urinar em locais dentro de casa, mesmo quando está acostumado a urinar num lugar específico.
É esta mudança de comportamento que geralmente faz o proprietário levar o animal ao veterinário, pois é o que incomoda.
A síndrome urológica felina pode estar associada a uma cistite (inflamação da bexiga), a presença de cálculos, ou qualquer outra infecção bacteriana ou viral do trato urinário.
No entanto, o maior perigo da SUF é quando o animal deixa de urinar. Além do acúmulo de urina na bexiga, podem surgir pequenos cristais, chamados de cálculos na uretra do animal devido a pouca urina que sai. Estes cálculos podem bloquear completamente a passagem e, mesmo que o gato tente, não consegue urinar.
A SUF deve ser tratada rapidamente, cabendo ao veterinário avaliar qual o melhor tratamento para cada caso. Geralmente é essencial que o animal elimine a urina. Para isso o veterinário pode optar por massagear o abdômen do gato na tentativa de estimular a vontade de urinar ou passar uma sonda uretral. A uretra dos gatos é muito estreita e os animais são muito agitados; por isso pode ser necessário anestesiar o gato.
Uma vez eliminada pelo menos parte da urina, segue-se uma hidratação através da administração de soro e receite-se um anitibiótico e/ou antiinflamatório. Em alguns casos o veterinário pode querer internar o gato para que possa verificar seu estado várias vezes por dia. Isso tudo vai depender do quadro de cada animal.
Em casos crônicos em machos é possível realizar uma cirurgia para facilitar a passagem da urina e impedir a formação de cálculo. Mas esta cirurgia pode trazer complicações como incontinência urinária, sangue na urina, além de maior risco de cistites por causas diversas.
Geralmente gatos que sofrem da síndrome urológica felina devem ter sua dieta alimentar alterada. Estas alterações incluem:
Dar ao gato água limpa e trocada várias vezes por dia; Oferecer rações que não tenham acidificantes ou altos índices de Magnésio. Já existem rações específicas com baixos teores de minerais, justamente para gatos com SUF; Ofercer quantidades pequenas de alimento para o gato para que ele não engorde demais.
Além disso, gatos que não tem hábito de se exercitar devem ser encorajados a brincar mais, principalmente com brinquedos próprios para esta espécie.
Animais debilitados, estressados e inativos estão mais sujeitos à Síndrome Urológica Felina, por isso mantenha seu gato sempre saudável.

Ciclo Reprodutivo em Gatas

Gatas são animais poliéstricos estacionais. Isto significa que seu cio depende da época do ano, geralmente na mais quente ( estacional, de estação ) e que tem vários períodos de cio nestas épocas (poliéstrica).
E ela é ovuladora induzida (só ovula quando cruza). Em humanos e em cães, o ovário, em determinada fase do ciclo reprodutivo, libera um ou mais óvulos; em
gatas, o óvulo só é liberado depois da monta (cruza). Se após a gata cruzar, o cio persistir, é porque não houve fecundação e a fêmea não está prenhe.
Em algumas fêmeas, basta uma cruza para se ter ovulação; em outras, são necessárias várias montas.
A duração e o que ocorre durante o ciclo depende de:
  • se a cruza ocorreu,
  • se houve ovulação,
  • se houve concepção,
  • se houve gestação,
  • se houve parição,
  • se houve lactação.
Os intervalos entre os ciclos duram em média 6 semanas em gatas que cruzam mas não ficaram prenhez.
  • Se sabe quando a fêmea está para entrar no cio, ou já está nele, quando ela se esfrega demais nas coisas e nas pessoas, e fica rolando no chão, fica mais carinhosa, começa a urinar mais, e as vezes urina em jatos para demarcar território, como os machos. Ela "chama" o macho, entorta a coluna com o rabo para cima, desvia a cauda para um dos lados, abaixa - se sobre os membros anteriores, dá passos rápidos com os membros posteriores e mostra desejo de cruzar. Pode haver perda de apetite. O macho é atraído tanto por seu comportamento , seu chamado, quanto pelo odor de sua urina.
  • A passagem da fase anterior para a fase do cio é rápida, podendo ser em 6 horas.
  • Gatos parecem ter pelo menos 2 ferormônios sexuais (substâncias que são excretadas por um animal e modificam o comportamento de outro) . A fêmea possui um que também induz ou auxilia na indução do cio de outras fêmeas (além da função de atrair machos). Então, num gatil, por exemplo, pode acontecer de várias gatas ficarem no cio ao mesmo tempo. O macho tem outro ferormônio, cujo odor também fazem algumas gatas entrarem no cio.
  • Seu cio é chamado de sazonal ou estacional por depender da época do ano para ocorrer (mais especificamente, depende da duração da luz do dia, que é mais longa em épocas quentes e mais curto no frio). O cio pode durar de 5 a 14 dias em épocas quentes, e em épocas menos quentes, de 1 a 6 dias.
  • A estação do ano em que o aparelho reprodutor da fêmea está em descanso também é regulada pela duração do dia.
  • Raças de pelo longo são menos governadas pela duração do dia do que as gatas de pelo curto (incluindo aí os gatos "vira latas").
  • Dentro de cada fase ocorrem 2 a 3 ciclos de 2 semanas. Cada cio dura de 2 a 7 dias ou mais.
Ciclo da gata:
  • ocorre o cio;
  • período de gestação de 58 a 72 dias ( média 63 );
  • parto;
  • período de lactação de 6 a 8 semanas;
  • cio depois de 2 a 4 semanas após o desmame.
O primeiro cio depois de uma gestação geralmente ocorre 8 dias após o desmame, em média 8 semanas após o parto.
Alguns relatam estro em até 7 a 10 dias após o parto.
O 1º estro ( cio ) é muito variável, dependendo da raça, idade, e época do ano que o animal nasceu. geralmente o primeiro é ao atingir um peso de 2,3 a 2,5 Kg ( geralmente aos 7 meses), mais pode ocorrer até aos 3 meses, ou em raças de pelo longo, até com 12 a 18 meses ( de 4 a 10 meses). O que é mais determinante nesses casos é a época do nascimento com relação a estação de acasalamento. Se o animal nasce 1 mês antes da época de calor, então ele só vai entrar no cio na época de calor seguinte.
A atividade reprodutiva pode ir até uns 14 anos, porém com o tempo o número de gatinhos por ninhada, e o próprio número de ninhadas começam a diminuir.
Os machos tem sua maturidade sexual aos 9 meses em média, com um peso aproximado de 3,5 Kg. Pode ocorrer aos 7 meses e aos 12- 18 meses, tem as mesmas variáveis das fêmeas. Antes disso, aos 4 meses, pode se ter simulação de cruza, mas a produção de espermatozóides só começa aos 5 meses.
É completamente contra-indicado fêmeas cruzarem no primeiro cio ( ideal é por volta dos 16 a 18 meses) e machos antes dos 12 a 13 meses.

Gato doméstico


 O gato doméstico (Felis sylvestris catus) é um animal da família dos felídeos, muito popular como animal de estimação, sendo um predador natural de animais como roedores e lagartixas. A sua associação com os humanos teve início há 9.500 anos, com a domesticação de espécimes selvagens oriundos do continente africano. O seu mais antigo ancestral conhecido é o Miacis, mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, no final do período paleoceno, e possuia o hábito de caminhar sobre os galhos das árvores. A evolução desse animal deu origem ao Dinictis, espécie que já possuia a maior parte das características presentes nos felinos atuais.
A sub-família Felinae, que agrupa os gatos domésticos, surgiu há cerca de 12 milhões de anos, expandindo-se à partir da África até alcançar as terras onde atualmente está o Egito. Inclusive, foram os egípicios o primeiro povo a adotar os gatos como animais de trabalho e estimação.
"Um gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de suplemento de informação. Livros e papéis, beneficiam-se com a sua presteza austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida intelectual."- Carlos Drummondde Andrade -

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Gatos e bebês humanos - Experiências pessoais

GATOS E BEBÊS NÃO COMBINAM

Nossa filhinha Luane dormindo com a Sheetara.
De cara, principalmente para nós gateiros, essa frase parece até uma ofensa, mas tem muito fundamento. Não por conta das crenças populares e baboseiras que ouvimos, mas por outros motivos que vou testemunhar aqui. De forma alguma quero dizer que deve dar fim no seu bichano, mas se não tem um gato e deseja ter um filho(a), espere a criança nascer e crescer um pouquinho. Do contrário, leia esse post!

Uma coisa que acontece com TODOS os "donos" de gatos ao engravidar é sofrer críticas das pessoas, na maior parte das vezes familiares, dizendo ser loucura passar por uma gestação e ter um bebê com gatos em casa. O triste é que alguns chegam realmente a se livrar dos bichanos.

Bem... A intenção desse post não é desenrolar um texto embasado em algo dito por veterinários ou biólogos, isso já fiz aqui em Abril de 2009 no link "comportamento", dividindo em quatro posts grandes! Vale a pena ler, mas tudo depende da personalidade de cada gato da casa. A convivência é SIM possível, mas não é 100% do tempo tranquila.

Esse post é para contar nossas experiências particulares (minhas e de minha esposa) com gatos e bebês. Nossa filha fez, no final do mês passado, um aninho de vida, então creio que esteja na hora certa para relatar um pouco do que passamos para que isso possa talvez ser útil para mais alguém. Falarei do que passamos com os NOSSOS gatos, pode ser que, você que terá o bebê, não passe pelas mesmas situações.

Temos dois gatos, a Sheetara (SRD) e o Klahan (Bengal), que vieram antes da bebê.

Apresentados os felinos, começo a história...

Sempre soubemos que não há problemas no convívio entre gatos e bebês, dês de que se tome algumas providências (post que mencionei acima). Quando engravidamos, já informamos logo o médico que tínhamos dois gatos. Ele tinha uma "cabeça boa" e nos disse que isso não era problema, mas que minha esposa não poderia mais limpar a caixa sanitária dos bichanos, além de não poder mexer em plantas e carnes cruas. Com isso já eliminaríamos os riscos de contrair toxoplasmose. Essa chance já era pequena em casa, já que nossos gatos não têm acesso às ruas. De qualquer forma seguimos a orientação, na gestação todo cuidado é pouco.

Limpar a sujeira do gato, seja qual ou onde for, passa agora a ser tarefa do homem, inclusive depois que o bebê nascer. Isso além de outras tarefas domésticas que antes não fazia com tanta frequencia. Me dei conta disso depois que nossa filha nasceu. Um bebê consome muito a mãe, tanto física quanto psicologicamente. Para a mulher não "surtar", o ideal seria a compreenção e colaboração do pai.

Klahan e Sheetara conhecendo os novos móveis.
Certo... Depois dos primeiros meses de gestação, começamos a comprar os móveis e fazer a decoração do quartinho da nova integrante da família. Os móveis foram chegando e os gatos começaram a se interessar pela transformação que estava acontecendo no antigo "escritório". Nessa fase deixamos os bichos subir entrar em todo canto para que pudessem conhecer e se familiarizar com o novo ambiente. Deixamos que cheirassem as roupinhas (até colocamos umas camisetinhas neles), lenços umidecidos, objetos, etc. Isso tudo seria esterelizado de qualquer forma né?! Faltando uns 3 ou 4 meses para a chegada da bebê, começamos a tirá-los do berço e trocador toda vez que subiam. Ao colocar os bichanos no chão, dizíamos um firme "NÃO". Passamos todo esse tempo "treinando" os gatos para que não subissem nas coisas dela, incluindo carrinho e bebê conforto. Por isso é bom que se tenha o máximo de coisas na casa antes da criança nascer. Além disso, usávamos de vez em quando, um borrifador de água, o que serviu de uma forma diferente para entenderem o que não poderiam fazer.

Começamos também a dar menos atenção para eles. Saberíamos que não tinha jeito depois... Eles ficam mesmo de lado, inevitavelmente. Por isso é bom que se acostumem com uma atenção reduzida antecipadamente.

CHEGOU O DIA!

Primeiro mamá da Luane em casa e a Sheetara curiosa.
No dia em que nossa filha chegou em casa rolou uma curiosidade geral! rsrs... Eles chegavam perto para cheirar, mas não deixamos que entrassem em contato direto com ela.

Klahan, de um ano pra cá:
Depois na novidade dos dois primeiros dias, o Klahan parou de dar bola para a bebê. Ele resolveu voltar à sua rotina. Com o tempo, ele foi notando que a nova moradora estava ganhando "atenção demais" e ele "de menos". Isso desencadeou um comportamento inesperado de ficar querendo chamar atenção. Ele Entrava no quarto quando nossa filha estava dormindo, ou quase dormindo, e miava bem alto ou derrubava algo barulhento na sala ou cozinha, o que fazia que ela acordasse. Nesse período dos primeiros meses, se a mulher está amamentando normalmente, o sono da criança é muito leve e os pais acordam muito, por isso, o tempo que o bebê está dormindo é muito importante. Se o gato quer chamar atenção, gera, além da atenção, um TENSÃO muito grande e um esgotamento total, PRINCIPALMENTE da mulher, que tem de amamentar a todo momento.
Lendo aqui nem parece tão ruim, mas os sentimentos da família são muito intensos no início e os gatos podem causar certos desentendimentos na casa.
Fora isso, o Klahan foi (e é) muito bonzinho com a bebê. Nunca ameaçou de morder ou arranhar. Antes de nossa filha começar a sentar, já procurava o rabo deles para puxar. Ele só tentava fugir. É assim até hoje. Esse temperamento pacífico é, na verdade, característico da raça bengal. Gatos bengal de bons criadores nunca colocam as garras pra fora para agredir alguém (humano), nem em sua defesa. Preferem se esconder a enfrentar algo que julgue "ofensivo".

Sheetara, de um ano pra cá:
A Sheetara já foi ao contrário. Compreendeu que ganharia sempre atenção assim que a bebê dormisse. Ela é mais silenciosa (vocalmente falando), mas nas primeiras semanas ela "parou de falar" com minha esposa, na qual é muito apegada. A Sheetara literalmente virava as costas para minha esposa quando estava perto dela, chegou até ir dormir na sala algumas vezes. Depois de um tempo voltaram a se falar! rs.
O problema dela é que é "esquentadinha". Ela tolera as "apertadas e puxões" da neném até certo ponto. Depois disso começa a rosnar, avisando que a siuação não está agradável, e como se julga dona do pedaço, não sai correndo como o Klahan. Então é prudente tirá-la de perto da bebê.

Flagrante fofo! Mas isso não se repetiu! rs...
Sheetara e Klahan:
Uma outra situação desagradável em casa são os desentendimentos dos dois gatos (hoje isso é menos frequente).
A Sheetara chegou em casa primeiro e já "disse" que era a comandante. O Klahan veio um ano depois. O problema é que bengals são dominantes. Quando há um na casa, geralmente é o alfa, mas se há um estressadinho (como a Sheetara), que não admite a dominância do outro, nascem os "mordeRolaEgrita" pelos cômodos. Isso mais uma vez gera estresse nos pais e talvez algum susto para o bebê.

Todos esses comportamentos dos dois foi duplicado pelo CIÚME!


SOLUÇÕES

A veterinária dos nossos gatos nos indicou um tratamento com florais. Gente... Eu não acreditava em florais, mas depois de usar nos gatos mudei meu conceito. Ela disse que começaria a dar resultado depois de uma semana. Dito e feito! Em uma semana eles começaram a se acalmar. Há florais para acalmar, para ciúmes, etc. Tem floral pra qualquer coisa! rsrs...
Esse tratamento é, na maioria das vezes, mais barato que outros remédios. Mas já me disseram que não funciona em todos os gatos. A segunda opção seria a homeopatia, mas não precisamos entrar com esse tratamento.
Uma dica importante... Um tempo antes do nascimento do bebê, comece o tratamento em seus gatos com florais. Pode fazer uma grande diferença no início de sua nova rotina.

Borrifador é sempre bem vindo também. Há momentos em que a criança está dormindo e não dá para darmos broncas nos gatos, então dá-lhe borrifada de água.

Tirar alguns minutinhos de qualidade no dia para brincar com os gatos também ajuda que eles gastem energia e "matem a saudade" de um tempo com você e querer chamar menos atenção. Em geral, o homem que fará isso.

Falo isso (dos homens fazerem mais coisas) porque a criança será totalmente dependente da mãe. Claro que o pai ajuda com o bebê, mas tem vezes em que ele não vai querer saber do pai e vai BERRAR pra sentir o cheirinho da mamãe! :^)

Hoje em dia, já notamos que eles gostam da Luane (nossa filha). A Sheetara fica, as vezes, sentada na porta do quarto dela para dar uma bofetada no Klahan se ele tentar entrar. E o Klahan chega, voluntariamente pertinho dela para brincar!
Com um aninho, a Luane ainda tem muita rotina de bebê. Então continuamos tomando cuidados com a higiene da casa e dos gatos.
A Luane também gosta deles nitidamente. Um dia desses, a Sheetara estava ameaçando soltar um bola de pêlo e a Luane ficou desesperada olhando para a boca da gatinha e para minha esposa com os olhinhos cheios de lágrima, achando que a Sheetara estava "dodói"! rsrs...

Semanas atrás a Sheetara deu um tapinha na cabecinha da Luane porque ela estava estrapolando os limites da nossa gata. A bebê chorou com o susto, claro que não machucou. Dá uma dorzinha no coração vê-la chorar, mas por outro lado, ela está aprendendo o limite dos animais. Isso é muito importante na formação de uma pessoa.

Apesar de ainda não ser tudo lindo, justamente por ser a Luane ainda um bebê, as coisas já melhoraram bastante. Ainda tem mais coisas de que não estou me lembrando, mas vou atualizar esse post sempre que lembrar de algo ou me fizerem alguma pergunta aqui no Tudo Gato.

Mais uma vez espero ter contribuído com alguém!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Gatos


Angora Turco
Este gato de cor azul ou preta (por exemplo) e tamanho médio tem os olhos grandes, nariz mais ou menos grande (não tão grandes como o de muitos gatos), orelhas grandes, e cauda comprida e firme. Este animal que já existe à séculos é calmo, e tem uma boa constituição.

Também gostar muito de brincar, o que faz com que seja um belo animal de estimação para se ter em família (com crianças e tudo). Este gato bastante belo tem que ser escovado e limpo todos os dias, para que mantenha-se sempre bonito.


BURMÊS EUROPEU

Este gato de tamanho médio de cor azul ou castanho (por exemplo) tem o pêlo curto, olhos grandes e amarelados, e orelhas de tamanho médio. A sua cauda também é de tamanho médio. Este animal foi criado nos anos trinta, na América. Este gato também é bastante esperto e amoroso.

Leal e bonito, o Burmês Europeu adora estar na companhia de pessoas, o que faz com que seja um belo animal de estimação para se ter. O seu pêlo não costuma dar muito trabalho, mas recomenda-se escová-lo uma ou duas vezes por semana.

Gato turco!!!

GATO TURCO
Este gato comprido de muito pêlo e de cor preto e branco (por exemplo) tem os olhos grandes, nariz comprido e orelhas grandes. A sua cauda é de tamanho normal. Ele veio originalmente da Turquia. Antigamente o seu nome era Gato Turco, mas pouco tempo depois foi mudado para Turco do lago de Van (ou Van Turco).

Este gato é muito calmo (na maior parte das vezes) se for bem tratado e mimado. O seu pêlo também não dá muito trabalho, o que faz com que ele seja um bom animal de estimação para se ter em casa. 





 GATO MAU EGÍPICIO
Este gato de tamanho médio tem o pêlo de tamanho normal e de variadas cores (como por exemplo preto ou azul, no caso de gatos com uma só cor) tem os olhos grandes e esverdeados, e tem a cauda comprida (mas não tão comprida como a de muitos gatos). Provavelmente um dos gatos mais espertos do mundo, o Mau Egípcio é muito activo e amoroso, e também é muito esperto.

Ele é bastante leal ao seu dono, mas só irá obedecer realmente ao dono, ignorando assim completamente as outras pessoas. Se viver sozinho ou só com mais uma pessoa, então este gato pode ser o gato ideal para ter como companhia, e também é fácil de o manter limpo.

Gato persa!!!

História

A história desta raça tem inicio no século XVII, quando um viajante italiano chamado Pietro Della Valle passou pela Pérsia (atual Irão) e trouxe consigo alguns dos belos gatos que andavam pelas ruas locais. Ao chegar a Itália, imediatamente esses gatos ganharam a simpatia das pessoas devido a sua pelagem macia e brilhante.
Porém, a moderna raça persa surgiu somente no século XIX, quando esses gatos criados na Itália foram levados a Inglaterra, onde sofreram cruzamentos com gatos da raça angorá. Logo em seguida foi feito um trabalho de melhoramento genético visando se obter maior variedade de cores e padrões de pelagem. Há hoje mais de 100 diferentes combinações de cores para gatos dessa raça, variando desde o branco neve até o malhado (casco de tartaruga).

Características

Persialainen.jpg
Os persas são gatos muito procurados por pessoas que vivem em espaços pequenos, como apartamentos, pois seus miados são baixos e pouco comuns, além do fato desses animais apresentarem um forte apego ao seu dono.Os gatos persas são meigos e carinhosos.
Esse animal se caracteriza pela pelagem comprida e sedosa, com uma cabeça grande e redonda, orelhas pequenas e arredondadas com tufos de pelo no interior, olhos grandes e redondos de coloração vívida e patas curtas, porém musculosas. O padrão comum da raça apresenta focinhos achatados (flat face), porém alguns animais possuem focinhos um pouco mais alongados (doll face).
Persa branco.
A manutenção de sua pelagem é um pouco trabalhosa, sobretudo devido a formação de nós ocorridos devido ao comprimento dos pelos.
O padrão de uma raça é determinado pelas associações que a representam. Assim sendo, existem pequenas variações de associação para associação. Abaixo podemos ver o padrão da FIFe (Federação Felina Internacional).
  • Tamanho: Médio a Grande - Os machos são maiores que as fêmeas, pesando de 4 a 5 kg, e as fêmeas de 3 a 4 kg.
  • Orelhas: Pequenas, arredondadas nas pontas e bem separadas.
  • Nariz: Achatado, Curto, Largo, com stop bem definido, situado entre os olhos e entre as pálpebras superiores e inferiores, nariz não arrebitado. As narinas devem ser bem abertas.
  • Corpo: De estrutura compacta, patas curtas, peito largo, ombros e dorso maciços, bem musculosos, de comprimento curto e formato quadrado.
  • Rabo: De comprimento curto, dobrado sobre o dorso fica entre a nuca (muito longo) e o meio das costas (ideal).
  • Pescoço: Curto e forte.
  • Cabeça: De formato redondo, maciça, bem equilibrada, crânio largo. Testa arredondada, bochechas cheias.
  • Pelagem: Comprida, densa , de textura fina e sedosa (sem ser lanosa).
  • Olhos: Grandes, redondos e simétricos, bem separados, dando a face uma expressão mais aberta. De cor sólida, brilhante.
  • Patas: Grandes, redondas, sendo desejável tufos de pelos entre os dedos.
Normalmente, nessa raça a cor branca associada a presença de olhos azuis está geneticamente relacionada a problemas de audição no animal. Os gatos brancos com apenas um dos olhos azuis pode ser surdo de apenas um ouvido, enquanto que os espécimes com ambos os olhos azuis acabam não possuindo nenhuma audição.

 Desenvolvimento

Gata Himalaia Red Point.
Em 1950, o Gato Siamês foi cruzado com o Persa para criar uma raça com o corpo do Persa mas com a coloração do Siamês, sendo este nomeado de Himalaio. O Himalaio ficou como raça separada do Persa nos Estados Unidos até 1984, quando a CFA os unificou, mesmo com a objeção de ambos os conselhos das raças. Alguns criadores de Persa ficaram descontentes com a introdução desse híbrido em suas linhas puras de Persa.

Gato persa na ficção

O gato persa mais conhecido é o Garfield. O gato persa laranja dos desenhos animados e dos filmes!

GATO -SIAMÊS

Gato-siamês é uma raça de linda gato oriental, caracterizada por um corpo elegante e longilíneo e uma cabeça marcadamente triangular.

Origem

Acredita-se que a origem exata da raça seja o Sudoeste Asiático, mais especificamente o Sião (atual Tailândia), onde eram tidos como o gato da realeza e mantidos em templos sagrados. São conhecidos naquele país, onde são uma de várias raças nativas, como Wichien-Maat ou Maas (วิเชียรมาศ, "Diamante-Lua"). De lá foram levados para a Inglaterra, em 1884, de onde se espalharam para outras partes do mundo.

 Caracteres físicos

 Pelagem

Curta e aderente ao corpo, textura fina, mas densa e brilhante. e os gatos siamesse também são muitos bonitos

 Cor

As cores podem variar da seguinte forma:
  • Corpo: branco (enquanto crias), branco sujo ou mesmo creme.
  • Extremidades: castanho muito escuro (quase preto), cor de chocolate, e raramente azul (acinzentado) ou lilás (acinzentado).
As características mais marcantes são as zonas de coloração mais escura, que cobrem a máscara, orelhas, pernas, patas, cauda e no saco escrotal (no caso de ser um macho). Essas zonas, também chamadas de "pontas", "marcações", "marcas" ou "sinais" e são identificadas com o termo inglês adotado universalmente: points ou colourpoints. A cor do point contrasta com a do resto do corpo que é branco ou sombreado.
As cores mais escuras resultam de uma mutação numa enzima, a tirosinase, envolvida na produção de melanina. Esta enzima mutada é sensível à temperatura, o que quer dizer que só é activa nas zonas mais frias (por norma as extremidades) ficando essas áreas escuras porque só é produzida a melanina nessas regiões. Mais recentemente têm sido apresentadas outras variações.

Corpo

O siamês tem um corpo longilíneo, de porte médio, com membros posteriores longos e finos, levemente mais altos do que os anteriores; pés pequenos e ovais; musculatura forte.
O siamês moderno deve ter a cabeça em forma de triângulo perfeito - larga na altura dos olhos e menor na ponta, na direção do queixo, com contornos delicados; pescoço alongado; orelhas de base larga terminadas em ponta; nariz longo e recto como uma continuação da fronte. Os olhos são oblíquos em forma de amêndoa, inclinados na direção do nariz, e são de cor azul.
A cauda é longa, fina, em forma de fuso, pontiaguda na extremidade, mas há casos que a cauda é peluda seguindo as características de seu corpo

Comportamento

Principalmente, no período dos cios, emite miados e uivos pouco graciosos, semelhantes aos de uma criança recém-nascida. A elegância do corpo e a graça dos movimentos conquistaram para o siamês o título de "príncipe dos gatos" (por Fernand Méry), mas é o miado forte e a personalidade incomum que realmente o distinguem. Em relação ao dono, ele se comporta mais como um cão do que como um gato - pode passear atado numa coleira e chega a exibir o comportamento típico de "ir buscar". É fiel, ciumento e adora ser acariciado, especialmente na zona do pescoço. Como todo gato, ele, às vezes, age de modo estranho, num instante é capaz de passar da maior frieza às mais vibrantes expressões de afecto.
A fêmea requer cuidados especiais. No cio, ela fica quase histérica. Pode rolar pelo chão, gemendo, ou correr pela casa, rasgando e arranhando tudo o que encontrar pela frente. Ela deve acasalar mais cedo possível. Um mês depois do acasalamento, as suas tetas começam a inchar e os filhotes podem ser sentidos no seu ventre. Eles nascem brancos e vão mudando de cor à medida que crescem, são muito brincalhões, preguiçosos e carinhosos.
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Tratamentos

Escovação cotidiana da pelagem. É necessária uma escova de dureza média, que possa tirar os resíduos e a poeira, mas sobretudo os chamados "pêlos mortos", bastante numerosos no período da muda. Posteriormente uma escova mais macia para alisar a pelagem e mantê-la espectacular.

Reprodução

A fêmea atinge a puberdade antes das outras raças. Com cinco meses tem o primeiro cio e corre o risco de ficar prenha. As ninhadas, quase sempre numerosas, apresentam filhotes quase brancos, sendo que a cor se desenvolverá, escurecendo, gradualmente, durante a infância. Apesar de adoecer mais facilmente do que as outras raças, o siamês, normalmente, tem vida longa, podendo chegar aos quinze anos e, às vezes, até aos vinte anos. ea reprodução deles se acasula pelo sexo

Problemas de saúde

Saúde ruim, obstruções nasais, má formação da parte inferior do focinho que é curto, bochechas largas, cabeça com predominância excessiva de marrom, membros fracos, robustez ou magreza excessiva, manchas no ventre ou olhos de cor que não seja azul e estrabismo excessivo, cauda curta em forma de gancho, pés brancos e calculos na bexiga, são muito comuns. O siamês sofre muito de complicações nos rins e pode ter dificuldades para urinar o que requer um acompanhamento do veterinário com prescrição de remédios injetáveis.